País
Atrelado desaparecido. Químicos para droga apreendidos em empresa de amigo de Luís Neves
Há novos dados sobre a investigação ao desaparecimento do atrelado apreendido que envolve miinistro da Administra Interna. De acordo com o jornal Público, os químicos que estavam no interior do reboque acabaram armazenados na empresa de Barcelos, que pertence ao amigo de Luís Neves.
Mais um capítulo na história do atrelado apreendido numa operação da PJ de combate ao tráfico de droga que foi parar à empresa de Barcelos. De acordo com o jornal Público, os químicos que estavam no interior do reboque acabaram armazenados nessa empresa do amigo do ministro da Administração Interna.
É mais uma peça num puzzle que se está a provar difícil de resolver. Afinal, além do atrelado de droga que desapareceu das instalações da Polícia Judiciária no Seixal, a Construbarcelos tinha na sua posse bidões com químicos destinados a processar cocaína.
São dezenas de bidões de acetona e de outras substâncias usadas no processo de transformação de cocaína. Tinham sido apreendidos pela Polícia Judiciária no desmantelamento de um dos maiores laboratórios de droga do país, na Lourinhã.
Quando o atrelado foi recuperado pelas autoridades, os produtos já não se encontravam dentro do veículo, mas sim nas instalações da ConstruBarcelos.
As autoridades já abriram inquéritos de investigação.
A RTP apurou que terá sido o ministro, na altura diretor nacional da Polícia Judiciária, a autorizar a saída dos materiais.
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